terça-feira, 29 de março de 2011

“Sardes, A igreja tradicionalista e iludida”


Pastor Paulo Emílio
As cartas do Apocalipse -Texto básico: Ap. 3:1-6

  Introdução:

·         Historicamente, Sardes tinha a sua glória no fato de ter sido a capital do Império Persa a partir de 550 a.C.;
·         Era uma cidade que tinha no comércio de jóias e manufaturados têxteis a sua prosperidade econômica, podendo ser considerada por isso, uma cidade rica;
·         Heródoto nos informa que os habitantes de Sardes tinham, adquirido uma reputação de flacidez moral e até de aberta ociosidade;
·         A sua condição geográfica fazia de Sardes uma cidade-fortaleza quase inespregnável elevando-se acima do vale do Hermo, e quase inteiramente cercada por penhascos cortados de precipícios compostas de rochas traiçoeiras e frouxas;
·         Nas duas vezes que foi invadida (549 e 214 a.C.) Sardes foi atacada de surpresa; os penhascos foram escalados sob a proteção da escuridão;
·         Sardes era uma cidade que tinha orgulho do seu passado e suas glórias, porém, o seu presente era de morbidez e imoralidade.

Transposição

·         A carta a Igreja de Sardes, sugere que a primitiva comunidade cristã ali existente estava imbuída do mesmo espírito da cidade, ou seja: repousando em sua reputação passada (tradicionalismo), mas sem qualquer realização no presente e falhando na atitude de vigilância.
·         A Igreja assume a postura da cidade em vez de contrapor a ela. Era engolida pela concepção que predominava na cidade.